Alguma comida não é assim tão má para si, diz o dietista, mas a moderação é a chave

Paraíso da comida de porco
Comendo cascas de porco e mantendo-se saudável

Menshealth.com

Se pensa que tem de evitar a comida de porco para manter uma dieta saudável, pense novamente. Muitos alimentos tabu não são tão maus como se pensa, ou pelo menos têm alternativas próximas que não o matam. As cascas de porco, por exemplo, são pele de porco frita, mas “Junk Food That’s Good for You”, um artigo no site da revista Men’s Health, salienta que também têm zero carboidratos, nove gramas de gordura – 43% insaturada – e 17 gramas de proteína, o que as torna mais aceitáveis como um lanche ocasional do que, digamos, um pequeno saco de batatas fritas. (E há uma variedade menos gordurosa de micro-ondas disponíveis.) Se gostar de uma bebida diária, ficará feliz por saber que, num estudo com 18.000 homens, os cientistas de Harvard descobriram que os homens que consumiam uma a duas bebidas alcoólicas por dia tinham um risco de ataque cardíaco menor do que os que não bebiam. Quanto ao tipo de bebida a tomar, considere que o pinot noir é um vinho rico em antioxidantes que não lhe dará uma barriga de cerveja. Embora a carne seca seja normalmente carregada com conservantes, também é rica em proteínas, e é possível encontrar carne seca feita de carne seca sem conservantes.

“Onça por onça, o coco contém mais gordura saturada do que a manteiga”, diz o artigo, por Jeff Volek dietista registado. Mas também aumenta o bom colesterol, por isso basta procurar o tipo não adoçado. E, finalmente, para aqueles que se preocupam com o seu amor pelo chocolate, pode consolar-se em saber que contém flavonóides que melhoram o fluxo sanguíneo para o coração. Independentemente das suas qualidades redentoras, nenhuma destas se qualifica como alimento saudável, por isso a moderação é fundamental.

div> Corrida a longa distância

Diz chi, e evita lesões
“Chi Marathon”, de Danny e Katherine Dreyer

Num desporto cansativo como a corrida a longa distância, o treino mais duro pode levar a lesões, por isso o treino mais inteligente é fundamental. Assim dizem Danny e Katherine Dreyer – treinadores de corrida e de saúde, respectivamente – que aplicam os princípios do tai chi à corrida (e a outras actividades). A ideia, dizem eles, é que com prática e concentração, os corredores podem usar a sua mente para mover a energia, ou chi, no seu corpo para se impulsionarem para a frente, tirando o stress dos músculos e articulações.

Se isto soa um pouco espiritual demais, eles também enfatizam a técnica adequada e os movimentos biomecânicos para ajudar os corredores sérios a evitar dor e lesões. Aprenderão sobre tudo, desde postura e batida de pés até ao condicionamento e nutrição. Um dos pontos principais do livro é a preparação racial, que os Dreyers acreditam firmemente ser partes iguais mental e física. Eles até debatem questões de botão quente, tais como ténis versus corrida descalça e o que não fazer na noite anterior a uma corrida. (Os seus conselhos: nada de massagens ou álcool.)

Se for um principiante ou um corredor casual, este livro pode ser demasiado intenso, mas se for um corredor dedicado na esperança de talvez um dia tentar a Maratona do Corpo de Fuzileiros Navais, isto pode ajudá-lo a chegar a um novo melhor pessoal.

– Whitney Fetterhoff

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