Igreja do Grande Deus

Os romanos, os que crucificaram Cristo, são conhecidos por terem usado instrumentos de várias formas. Alguns eram simplesmente madeiras verticais, outros tinham travessas presas no topo ou apenas um pouco abaixo do topo.

A palavra “cruz” no Novo Testamento provém da palavra grega stauros. O estudo da origem das palavras mostra que stauros significa simplesmente “estaca” ou “poste”. Esta palavra foi utilizada na literatura em referência a peças de madeira de várias formas, incluindo aquelas com travessas.

Interessantemente, outros escritores bíblicos descrevem o instrumento da morte de Cristo como uma “árvore”. Note Actos 5:30: “O Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus a quem vós assassinastes ao pendurá-lo num madeiro”. Também, Actos 13:29-30: “Agora, quando tinham cumprido tudo o que estava escrito a Seu respeito, tiraram-no do madeiro e deitaram-no num túmulo”. Finalmente, Pedro escreve: “… que Ele mesmo levou os nossos pecados no Seu próprio corpo no madeiro, para que nós, tendo morrido para os pecados, pudéssemos viver para a justiça. . .” (I Pedro 2,24; ver também Actos 10,39; Gálatas 3,13). Se o uso deste termo é mais descritivo do que literal não pode ser determinado, mas sob restrições de tempo, como ocorreu durante o julgamento e crucificação de Jesus, sabe-se que os romanos usaram árvores vivas como estacas para crucificações.

Não há descrição na Bíblia das estacas específicas sobre as quais Cristo morreu. Se fosse importante para nós conhecer a sua forma, Deus ter-nos-ia fornecido informações adicionais. O importante é o sacrifício de Cristo por nós e o que Ele está a fazer agora, não a forma exacta da madeira em que Ele morreu. O simples facto de as figuras tradicionais da cruz serem tão proeminentes nos costumes religiosos pagãos deveria dar-nos uma pausa para reflexão.

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